27 de jul de 2009

Obesidade infantil

Foi-se o tempo que criança saudável era criança gordinha. Hoje o cenário é assustador: a obesidade atinge 15% dos pequenos, que estão expostos a riscos de gente grande. A falta de exercícios e a alimentação inadequada são os grandes culpados pelos quilos a mais. Só para se ter uma idéia, quando o pequeno devora um pacote de bolacha na hora do lanche, está ingerindo o equivalente a uma refeição completa em calorias. Os prejuízos são enormes: além do impacto na auto-estima, aumenta a chance de problemas ortopédicos, de infecções respiratórias e de pele, de cirrose hepática por excesso de gordura depositada no fígado - a chamada esteatose. Pior: uma criança obesa em idade pré-escolar tem 30% de chances de virar um adulto rechonchudo. O risco sobe para 50% caso ela entre na adolescência gorda. Explica-se: as células adiposas vão ficando cada vez mais recheadas de gordura até que estouram e se multiplicam, fenômeno mais comum justamente no primeiro ano de vida e na adolescência. Reverter o quadro depende basicamente de uma coisa: reeducação alimentar. Ele tem tendência à obesidade? Os cientistas identificaram oito fatores que podem levar à obesidade a partir dos 7 anos: 1. Mães que engordam demais durante a gravidez podem gerar bebês com mais tendência à obesidade 2. Crianças com peso e altura acima da média entre 8 e 18 meses têm maior propensão ao problema 3. Ao completar um ano, o bebê não deve pesar mais do que o triplo do que tinha ao nascer 4. Também não deve crescer mais do que 25 centímetros no primeiro ano. 5. Bebês que dormem pouco ficam mais cansados e fazem menos atividades durante o dia, facilitando o acúmulo de gordura. 6. Crianças com mais de três anos que ficam mais de oito horas por semana na frente da TV 7. Aparecimento de gordurinhas localizadas antes dos quatro anos 8. Pais gordos: além da genética contra, os filhos podem imitar seus hábitos

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