29 de mar de 2011

Seis erros comuns na alimentação infantil

obesidade_infantil

PROIBIÇÃO E CHANTAGEM NA HORA DE COMER NÃO É A FÓRMULA IDEAL PARA FAZER SEU FILHO COMER DE TUDO. LISTAMOS SEIS ERROS COMUNS QUE OS PAIS COMETEM NA HORA DE ALIMENTAR OS PEQUENOS

Fazer criança comer de maneira saudável não é tarefa fácil. Para tanto, os pais recorrem a fórmulas variadas: castigo, briga, chantagem, troca, presente, prêmio… A intenção é boa, mas o resultado pode não ser eficiente. Confira os seis erros mais comuns que os pais cometem na hora da educação alimentar dos filhos e saiba o que fazer para evitá-los, antes que a criança cresça com hábitos ruins.

1- Tirar as crianças da cozinha É importante que você estimule o interesse das crianças pela culinária, e quer melhor forma do que deixá-los te ajudar a preparar uma receita? É claro que você não vai cozinhar com a mesma rapidez se tiver que ficar de olho neles o tempo todo, tomando cuidado com facas, água fervente e etc. Mas prepare-se para, uma vez ou outra, receber visita. Pesquisadores da Columbia University descobriram que crianças que cozinham seus próprios alimentos estão mais propensas a provar produtos saudáveis, como legumes e grãos integrais.

2- Fazer pressão para a criança comer. Se você insistir, brigar ou chantagear, seu filho vai ter ainda mais repulsa ao alimento estranho, pode acreditar. É normal criança ter medo do novo, e cabe aos pais terem compreensão. Vá acostumando a criança desde pequena a experimentar comidas de todas as cores e aparências.

3- Esconder e proibir guloseimas. Pode parecer o caminho mais fácil, mas não é. Esconder bolos, chocolates e biscoitos no alto do armário pode ter o efeito contrário ao esperado, pois a proibição é capaz de aumentar o desejo da criança pela guloseima. Segundo Luciana Kotaka, psicóloga especializada em obesidade e transtornos alimentares, se um produto tem que ser evitado, o ideal é não tê-lo dentro de casa. Quando tiver, explique para seu filho que o exagero faz mal, e que depois da refeição a sobremesa estará liberada (ou no lanchinho da tarde).

4- Não estimular hábitos de vida saudáveis. “Os hábitos alimentares dos pais são muito importantes para a educação dos filhos. Se em casa todos gostam de pratos saudáveis, dificilmente a criança vai fugir à regra. Além disso, ter horário para as refeições, fazê-las em família e à mesa, auxiliam bastante. É preciso estimulá-los naturalmente a experimentar. Sem pressão ou ordens”, afirma a psicóloga.

5- Servir de qualquer jeito. Se seu filho já não tem muito interesse pelo verde, de nada vai adiantar colocar um monte de folhas de alface no prato dele, certo? Faça a comida ficar atraente, misture folhas e legumes coloridos, como beterraba, tomate e cenoura. Outra dica é acrescentar alguma coisa que eles gostem bastante: sirva a salada com queijo, palmito, torradinhas…

6- Ceder às birras e vontades dos filhos. Seja insistente mas sem insistir. Deu pra entender? Tudo bem, a gente dá uma dica. A Dra. Luciana ensina a regra dos 15: sirva o mesmo alimento em 15 ocasiões diferentes, preparados de maneira diferente e com acompanhamentos diferentes. Assim, o alimento vai deixar de ser estranho. Faça de tudo para tornar o prato mais interessante, conte histórias, monte um desenho no prato, brinque com a imaginação deles.

Revista Pais e Filhos

Participação Luciana Kotaka

http://www.revistapaisefilhos.com.br/htdocs/index.php?id_pg=121&id_txt=3142

2 comentários:

Daniela Sousa disse...

É muito importante se atentar aos hábitos alimentares dos pais. Muitas vezes os pais falam p a criança que ela não pode comer tão coisa, mas comem na frente da criança. Isso dá liberdade para a criança insitir. A criança vai se perguntar: "pq ele pode e eu não".
Os pais tem de ser o´primeiro exemplo de seus filhos.
Abraços, Lu!

29/3/11
Drika disse...

Mto boa esta reportagem. Trabalho em escola, e só vejo salgadinho e refrigerantes nas mãos da crinçada ás 9 da manha, que é o recreio... acho um absurdo!!!
Bjux e boa semana!!!


@Drika_Ribeiro

http://gavetinhasdadri.blogspot.com

29/3/11
Este Blog tem a função de transmitir informação e NÃO faz parte de uma consulta com profissionais. É preciso saber que a individualidade existe e que não é tudo que funciona para todo mundo. Informe-se e procure um profissional na hora de aplicar a informação!
Obrigada a todos que passam por aqui!