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24 de jun. de 2010

Quase metade dos adultos tem excesso de peso


Do UOL Ciência e Saúde
Em São Paulo

O brasileiro ficou mais gordo nos últimos anos. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde indicam que 46,6% da população está com excesso de peso e 13,9% são obesos. Os números de 2009 apresentam crescimento em comparação com os de 2006 quando 42,7% dos adultos estavam acima do peso e 11,4% poderiam ser classificados como obesos.
Proporção de excesso de peso por capital (%)
Rio Branco
52,2
Campo Grande
50,8
São Paulo
50,5
Rio de Janeiro
50,4
Boa Vista
49,1
Porto Velho
48,8
Aracaju
47,4
Fortaleza
47
Cuiabá
46,7
Vitória
46,3
Porto Alegre
46,1
Goiânia
45,8
Manaus
45,6
Recife
45,6
Curitiba
45,5
Natal
45,5
Salvador
45,3
Florianópolis
45
Belém
44,2
Macapá
43,5
João Pessoa
42,9
Maceió
41,5
São Luís
40,3
Belo Horizonte
39,9
Teresina
39,4
Palmas
37,7
Distrito Federal
36,2
·         Fonte: Dados da pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico de 2009
Os homens são mais gordos, 51% contra 42,3% das mulheres, segundo a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), que entrevistou 54 mil adultos.
O sedentarismo e padrões alimentares inadequados são apontados como causa do excesso de peso dos brasileiros. Apesar disto, a obesidade é vista como uma tendência mundial.
Entre os homens, o ganho de peso é mais comum a partir dos 35 anos e chega a 59,6% de homens de 55 a 64 com sobrepeso. Na população feminina, o índice mais que dobra na faixa etária dos 45 aos 54 anos (52,9%) em relação a 18-24 anos (24,9%).
Já a prevalência da obesidade entre homens quase triplica do grupo etário de 18 a 24 anos (7,7%) para 55 a 64 anos (19,9%). Quando se levam em consideração só as mulheres, o índice aumenta mais de três vezes na comparação das duas faixas etárias: de 6,2% para 21,3%.
Doenças
O excesso de peso aliado ao sedentarismo e à má alimentação contribui para o aparecimento de doenças crônicas. De acordo com o estudo, 24,4% da população brasileira foi diagnosticada com hipertensão arterial e 5,8% afirma sofrer de diabetes.
O consumo excessivo de sal e gordura é apontado como fator de risco para a pressão alta, enquanto a incidência de diabetes pode estar relacionada à ingestão de grande quantidade de açúcar, massas e alimentos calóricos.
Bebidas e cigarro
A pesquisa também revelou que, de 2006 a 2009, o percentual de fumantes na população caiu de 16,2% para 15,5%, segundo o Ministério da Saúde. O índice é bem menor que na Argentina e nos Estados Unidos, onde respectivamente 35% e 40% da população são dependentes da nicotina.
Pela primeira vez, a Vigitel aferiu a frequência de fumantes passivos na população. O levantamento aponta que 13,3% dos brasileiros não-fumantes moram com pelo menos uma pessoa que costuma fumar dentro de casa. Além disso, 12,8% das pessoas que não fumam convivem com ao menos um colega que fuma no local de trabalho.
Já a proporção de pessoas que declaram consumo abusivo de álcool cresceu de 16,2% da população, em 2006, para 18,9%, em 2009. O Ministério considera excesso de bebida alcoólica cinco ou mais doses na mesma ocasião em um mês, no caso dos homens, ou quatro ou mais doses, no caso das mulheres.
O levantamento mostra que as situações de descontrole na hora de beber são mais frequentes na população masculina. No ano passado, 28,8% dos homens e 10,4% das mulheres beberam demais.
imagem: http://www.ruadireita.com
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20 de fev. de 2010

Dieta pode evitar 19% dos cânceres, diz relatório do Inca

 

FERNANDA BASSETTE
da Folha de S.Paulo

 
Combinar alimentação saudável, controle de peso e prática de atividade física é capaz de prevenir 19% dos casos de câncer no país, aponta o relatório "Políticas e Ações para a Prevenção do Câncer no Brasil, Alimentação, Nutrição e Atividade Física" divulgado ontem pelo Inca (Instituto Nacional de Câncer) em parceria com o Fundo Mundial de Pesquisa contra o Câncer.
De acordo com o levantamento, que faz projeções específicas para o Brasil, a união desses fatores poderia evitar 63% dos casos de câncer de boca, faringe e laringe; 60% dos tumores de esôfago; 52% dos casos que atingem o endométrio; 41% dos cânceres de estômago; 34% de pâncreas e 37% dos casos de câncer colorretal. O Inca estima o surgimento de 375.420 casos novos de todos os tipos de câncer em 2010. 
"Este é primeiro levantamento que traz dados específicos para o Brasil relacionando incidência dos tumores com fatores de risco. Traz também um conjunto de ações que, juntas, têm um grande potencial de proteção contra o câncer", afirma Cláudio Noronha, coordenador da Divisão de Prevenção e Vigilância do Inca.
"Os resultados não são uma surpresa, pois já se sabia que a obesidade aumenta o risco de desenvolvimento de uma série de tumores, especialmente os de fígado, pâncreas e endométrio. A importância disso é a compilação desses dados e a conscientização das pessoas", avalia o endocrinologista Bruno Geloneze, coordenador do Laboratório de Investigação de Metabolismo e Diabetes da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Segundo dados do relatório, o controle do peso, mesmo sem a prática de atividade física constante, também seria eficaz no controle do câncer, podendo evitar 13% dos casos.
Para a nutricionista Luciene Assaf de Matos, do Hospital A.C.Camargo, no entanto, aliar uma boa alimentação à prática de exercícios físicos é fundamental. "A alimentação não trabalha sozinha. A pessoa pode até ter o peso adequado, mas o estilo de vida sedentário ao longo dos anos não é saudável." 

Veja as principais recomendações, acessando o site da Folha UOL
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21 de dez. de 2009

Epidemia de “globesidade”

Por Fábio Reynol

Agência FAPESP – Estima-se que um quinto da população mundial esteja com excesso de peso. Entre esses, há 300 milhões que são considerados obesos. Pior: esses números têm aumentado nas últimas décadas.

Essas informações abriram a palestra “Atualização da epidemia global de obesidade”, proferida pela professora Mary Schmidl, do Departamento de Nutrição e Ciência dos Alimentos da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos. A apresentação fez parte da programação do 8º Simpósio Latino-Americano de Ciências de Alimentos, realizado no mês passado na Universidade Estadual de Campinas.

A pesquisadora levantou eventuais motivos para explicar o crescimento da epidemia em todo o mundo e quem seriam os responsáveis. “Inicialmente considerada um mal de países desenvolvidos, hoje a obesidade tem sido encontrada também nas nações em desenvolvimento, paradoxalmente ao lado da subnutrição”, disse.

“É uma doença que está em todas as faixas etárias, grupos éticos e classes sociais. Ela também atinge tanto homens como mulheres. Essa espécie de onipresença motivou a criação do termo ‘globesidade’ (globesity, em inglês)”, contou.

Segundo Mary não há um vilão único para a epidemia. A escalada da obesidade teria muitos responsáveis, como a indústria alimentícia, políticas públicas, escolas, restaurantes, comunidades, pais e os próprios indivíduos.

A pesquisadora apontou exemplos. A indústria e os comerciantes de alimentos estariam habituando os consumidores a porções cada vez maiores. Garrafas de refrigerante, hambúrgueres, pacotes de salgadinhos, caixas de cereais, entre outros produtos industrializados, têm aumentado de tamanho nos Estados Unidos desde a década de 1970.

O mesmo ocorreu com os restaurantes. “A porção recomendada de batatas fritas por pessoa é de cerca de seis unidades (palito) por dia e a porção que estamos servindo é essa”, disse ao apontar a foto de um prato com cerca de 500 gramas de fritas, comum nos restaurantes norte-americanos.

Os países em desenvolvimento, como o Brasil, não ficam de fora. Segundo a professora da Universidade de Minnesota, os países emergentes representam os mercados mais promissores para as indústrias de refrigerantes, por exemplo, cujas vendas se encontram estabilizadas nos países mais ricos.

Os governos também têm a sua parte de culpa. As políticas públicas teriam muito ainda a avançar. Uma ideia é sobretaxar alimentos menos saudáveis e estimular o consumo de vegetais. “Se o governo estipulasse um imposto de US$ 0,01 para cada onça (28,3 gramas) de refrigerante vendido, só na cidade de Nova York seriam arrecadados US$ 1,2 bilhão por ano”, disse.

A pesquisadora também coloca parte da responsabilidade nos próprios consumidores. Segundo ela, cada um teria que ter um compromisso com a sua saúde, não só procurando melhorar a qualidade e adequar a quantidade dos alimentos consumidos como também criar hábitos de fazer exercícios físicos.

“Precisamos dar cerca de 10 mil passos por dia. Parece muito, mas não é”, disse. Pelos mesmos motivos, as comunidades também são culpadas pelo sobrepeso de seus integrantes. Bairros, clubes, igrejas e outras associações deveriam estimular a prática de exercícios físicos de modo a auxiliar na criação de uma cultura saudável.

Os resultados das pesquisas feitas pela cientista também sugerem outras soluções, como fazer campanhas focadas nas crianças, que têm alto grau de influência sobre os pais.

Mary também propõe a rotulagem de alimentos explicitando a sua caloria e composição nutricional (o que já ocorre no Brasil) e a proibição das máquinas automáticas de guloseimas, que são mais comuns nos Estados Unidos. Para ela, essas máquinas deveriam vender somente água mineral, um produto cujo consumo, segundo ela, deveria ser mais incentivado de maneira geral.

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24 de ago. de 2009

Exercício físico ajuda a regular apetite, mostra novo estudo

Publicidade REINALDO JOSÉ LOPES enviado especial da Folha de S.Paulo a Águas de Lindoia Um motivo novo e mais sutil para se exercitar quando o excesso de peso se transforma em obesidade: a atividade física faz com que o cérebro envie ao corpo ordens para comer menos. "Em geral, acreditava-se que o exercício faz emagrecer porque o corpo gasta mais calorias do que consome. Nós estamos mostrando o outro lado da equação: a atividade física também faz com que a ingestão de calorias diminua", diz Eduardo Ropelle, pesquisador da Unicamp e do Instituto de Obesidade e Diabetes. Estudo completo, acesse: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u612926.shtml
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20 de jul. de 2009

Nutrientes do abacate, do ovo e das frutas vermelhas enxugam a silhueta

De um lado da briga com o ponteiro da balança está a turma dos doces, bolos e pães calóricos e, do outro, um grupo de alimentos, que não são necessariamente magrinhos, como o ovo e o abacate, mas que contém nutrientes importantes para secar os quilinhos extras. O consumo deles aliado a uma prática regular de exercícios físicos secam o pneuzinho e, de quebra, faz você ganhar mais músculos. "Nenhum alimento estimula a queima de gordura. Eles podem conter substâncias que participam da queima de gordura, o que não significa que o seu consumo aumente ou propicie a oxidação da gordura corporal", explica a nutricionista Paula de Crook, da PB Consultoria em Nutrição, de São Paulo. Após a ingestão de qualquer comida, o que acontece é o estímulo da secreção da insulina. O aumento desse hormônio na corrente sanguínea vai elevar a captação de gordura pelo tecido adiposo e aumentar o seu estoque no organismo. "Diariamente, utilizamos cerca de 150 gramas de gordura desse depósito. Para que a utilização das reservas de gordura seja maior, o consumo de calorias pela alimentação precisa ser menor que o gasto energético diário ou o gasto energético diário ser aumentado através da prática de exercício físico", acrescenta Paula de Crook. Se a ideia é perder peso, com uma dieta, e moldar o corpo, com a malhação, vale apostar em alimentos que jogam a favor da queima de gordura. Os especialistas em nutrição apontam alguns deles: Frutas vermelhas: pode incrementar o iogurte, o cereal matinal ou comê-las fresquinhas mesmo. Aposte no morango, na fambroesa, na blueberry (Mirtilo) e na amora para ver a calça jeans afrouxar rapidinho. "As frutas vermelhas são ricas em antocianinas, substâncias antioxidantes e anti-inflamatórias. Dessa forma, elas podem auxiliar na perda de peso, pois uma das causas da obesidade está associada a inflamação do tecido adiposo", explica a nutricionista da PB Consultoria e Nutrição. As vermelhinhas são ricas em vitaminas, minerais, e, principalmente, fibras. São elas as responsáveis por fazer o intestino funcionar direito e regular as taxas de açúcar no sangue, controlando assim os picos de liberação de insulina - processo que estimula o acúmulo de gordura. "As fibras também promovem maior saciedade, controlando o excesso alimentar durante uma refeição e melhorando a digestão dos alimentos", explica a nutricionista Karina Gallerani. Abacate: ele leva a injusta fama de ser uma fruta gorda, e , de fato, é rico em gorduras, mas é gordura da boa, do tipo monoinsaturada, que regula as taxas de colesterol e afasta o risco de doenças cardiovasculares. Consumido na medida certa, suas calorias contam menos que seus benefícios. Experimente adicionar o abacate na salada ou preparar uma guacamole mexicana para comer com torradas ou pão integral. Rico em vitamina C, vitamina B6, magnésio e ferro, a fruta também aumenta a sensação de bem-estar, reduzindo a ansiedade e fazendo com que você evite beliscar guloseimas açucaradas. "Ele é rico em triptofano, um aminoácido precursor da serotonina e presente nas vitaminas do complexo B, principalmente, na vitamina B6", explica a nutricionista Juliet Marzalek, especialista em nutrição clínica. Oleoginosas: nozes, castanha do Pará e amêndoas também integram a ala dos alimentos ricos em gordura monoinsaturadas, amigas do bom funcionamento do coração. "Elas promovem a diminuição do apetite, porque possuem nutrientes que agem no sistema nervoso, aumentando a sensação de saciedade", diz a nutricionista Vivian Goldberger, do Emagrecentro. "Consuma duas castanhas meia hora antes do almoço para não ficar com tanta fome na hora da refeição", recomenda. Ovo: pode comer com a clara e, principalmente, a gema, onde se concentram a maior parte de nutrientes. O ovo é rico em albumina, proteína que é facilmente aproveitada pelo organismo e é de fácil digestão. A albumina possui os nove aminoácidos necessários para o processo de anabolismo - aumento de massa muscular.. A substância está contida, principalmente, na clara. "A clara também dispõe de leucina, um aminoácido que ajuda a manter os músculos e diminui a massa gorda", afirma a nutricionista Lucyanna Kalluf, do Centro Brasileiro De Nutrição Funcional. A gema, por sua vez, é rica em ômega 3, gordura excelente para o cérebro e que estimula o equilíbrio da insulina com a glicose, mais um fator para regular a compulsão alimentar e o acúmulo de gordura. Para contar com esses benefícios, o ideal é incluir, ao menos, um ovo (de galinha) por dia na sua alimentação.
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7 de jul. de 2009

Dicas para acelerar o metabolismo

Aumente a quantidade de músculos Para começar é importante garantir que ao se exercitar você consiga ganhar massa muscular. Um estudo publicado pela Universidade do Colorado na revista Health Science, demonstrou que perder 0,4 quilos por semana durante 12 semanas pode diminuir o metabolismo por causa da perda de músculos que exercícios aeróbicos causam. Isso pode fazer com que o indivíduo consiga perder alguns quilos inicialmente, mas depois não consiga mais perder peso. Para mudar essa situação, levantar peso três vezes por semana é a maneira mais rápida de conseguir músculos e alcançar resultados quando a balança insiste em não se mover. Prestar atenção na alimentação também ajuda. Por isso coma menos e mais vezes para acelerar seu metabolismo. Espalhar calorias durante o dia faz com que o açúcar do sangue fique estável e controla a liberação de insulina. Sem picos de insulina, o acúmulo de gordura é menor. Ultrapasse seus limites É um cenário comum: os primeiros 9 quilos são perdidos com facilidade, mas depois disso começa a ficar mais difícil e pode ocorrer uma estagnação no processo de emagrecimento por volta da terceira semana de exercícios regulares. Segundo Michele Kettles, diretor médico da clínica Cooper em Dallas, quando você começa a perder peso, seu corpo trabalha menos para se manter, simplesmente porque existe menos de você para ele sustentar. Nunca fique com a mesma rotina de exercícios durante muito tempo. Para continuar a perder peso é importante sempre estar desafiando o próprio corpo. Na primeira semana de todo mês, faça sempre uma nova série de exercícios. Não pare de se movimentar no seu dia a dia Pode acontecer subconscientemente, mas estudos mostram que algumas pessoas se movem menos depois que começam a se exercitar. Além disso, outra pesquisa mostra que diminuir suas atividades diárias pode desligar uma enzima que controla o metabolismo da gordura e fazer a perda de peso mais difícil, o que faz com que os exercícios físicos realizados em uma academia, por exemplo, não sejam suficientes para perder peso. Para ter certo controle sobre as atividades que você têm quando não está na academia, compre um pedômetro e use-o nos dias em que você não se exercita. Depois calcule a sua média somando os totais diários e dividindo-os pelo número de dias que você usou o aparelho. Se você não mantiver esse nível de atividade todos os dias, a sua perda de gordura irá diminuir. Ou seja, se você geralmente anda 5.000 passos por dia, mas não faz o mesmo naqueles dias em que você malha, isso pode diminuir a sua perda de peso em até 50%. Controle a boca Em estudo publicado no International Journal of Obesity, pesquisadores descobriram que quando mulheres e homens com mais de 35 anos e que estão acima do peso começam a se exercitar, alguns deles compensam a sua atividade física comendo até 270 calorias extras por dia, adquirindo mais dá metade das calorias que queimaram malhando. Isso pode acontecer porque se exercitar regularmente muitas vezes pode estimular a liberação de ghrelin, um estimulante de apetite que tem a função de proteger o corpo de uma perda de peso excessivamente rápida. Para fazer o problema ficar pior, o apetite pode aumentar também quando a menopausa se aproxima, por causa do declínio dos níveis de estrogênio. Para superar essas adversidades tente não malhar de barriga vazia, pois quando você se exercita sem nada no estômago o seu açúcar baixa, o que pode fazer com que o seu apetite fique maior e você coma mais do que deveria. Para evitar isso faça um pequeno lanche antes de se exercitar. Coma uma banana, uma barrinha de cereal ou tome um iogurte cerca de meia hora antes de ir para a academia. De acordo com um estudo da Universidade da Carolina do Norte na Chapel Hill, beber bastante água, além de hidratar, faz com que você consuma cerca de 200 menos calorias que uma pessoa que só bebe chá, café, refrigerantes entre outras bebidas. Para melhorar os resultados, beba água gelada, pois ela acelera o metabolismo. Seis copos de água gelada por dia queimam 50 calorias.
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3 de jul. de 2009

Dois terços dos americanos têm excesso de peso

Dois terços dos adultos norte-americanos são obesos ou têm sobrepeso, diz relatório divulgado ontem pela organização Trust for America s Health e pela fundação Robert Wood Johnson. No último ano, 23 dos 50 Estados americanos registraram aumento nos índices de obesidade, e nenhum deles teve queda. Pelo quinto ano consecutivo, o Mississippi foi o Estado com maior taxa de obesos: um em cada três adultos. O Colorado, que tem 18,9% de adultos obesos, foi o único em que esse valor ficou abaixo de 20%. Em 30 Estados do país, mais de 30% das crianças e adolescentes de 10 a 17 anos estão acima do peso. Folha de São Paulo
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