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17 de fev. de 2010

Como sentir-se confiante


Você também se sente cercado do medo?

Percebo que vivemos com vários medos, nos impedindo vivermos com tranqüilidade. Não aproveitamos nossos momentos, relaxar impossível, estivamos o tempo todo na defensiva.

Essa situação é real, afinal somos vítimas de terrorismo, de assaltos, de doenças que matam em poucos dias. Estamos desprotegidos.

Muitas vezes o medo é tão grande, que preferimos nos isolar do mundo, nos afastando das pessoas, procurando refúgio dentro de si mesma e em casa.

Nessa busca por proteção, nos desprotegemos, nos colocamos como vulneráveis, não enfrentamos nossos medos e inseguranças. Sim , porque esse comportamento não é assertivo, e não te dá instrumentos para lidar com suas dificuldades.
 
O medo pode ser de tanto da perda quanto da conquista . Vencer, de emagrecer, conquistar novo cargo, viver, ser feliz. Parece muito louco, mas avalie : como lidará com o se exposição, com a competição, com as investidas?
 
Nos propomos a mudar, mas não ousamos tentar algo inédito em nossa vida, ou mesmo, quando aparece o primeiro obstáculo, jogamos tudo para o alto e nos damos por derrotados,por nós mesmos, e nem tentamos outras alternativas.
 
Mas estamos aqui e precisamos seguir em frente, desenvolver atividades como trabalhar, estudar, passear, sendo preciso ter a coragem de confiar.

Ter um comunicação com nosso Pai superior, acreditar que podemos e temos proteção é imprescindível para conquistarmos alegria, paz e tranquilidade.

Todos temos uma fortaleza dentro de si, mas precisas procurar e se permitir a experimentar, pois somente desta forma poderá reconhecer, o quanto tem condições de ser feliz.
 
Um abraço

Luciana Kotaka - Psicologa







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9 de fev. de 2010

Pensando e se comportando de forma gorda



Quando lemos o título acima logo ficamos em alerta e vamos correndo tentar identificar o que nos faz ser assim – pensar e se comportar gordo – Seriam as emoções?
A cada dia é mais claro a relações entre a comida e o afeto, pois ficamos condicionados e/ou dependentes da comida para nos sentirmos aliviados, ou melhor tranqüilos.
Esse é um aspecto importante a ser pensado, pois deixamos de comer com a função de nos nutrirmos. Usarmos a comida como fonte de prazer imediata e aí começa um ciclo vicioso, onde todas as outras fontes de prazer são deixadas de lado e a comida acaba se tornando o eixo central da vida de uma pessoa.
Vale ressaltar que a obesidade é multifatorial, porém é certo que o nosso estado emocional influencia de forma significativa nesse processo de aumento de peso, principalmente quando existe um fator depressivo envolvido.
Existem vários gatilhos que podem estar compondo esse quadro quando citamos o lado emocional: separação, mudança de cidade (país), solidão, ausência de família, vida profissional insatisfatória e assim poderia citar uma lista interminável de questões que me trazem e que podem estar determinando o aumento de peso.
Cada indivíduo é único, e vivenciará as situações de suas vidas da forma mais adequada dentro de suas possibilidades.
Abaixo tem uma lista de situações que podem levar você a comer em função de suas emoções:
- Sente um prazer imenso quando come, e perde totalmente o interesse por outras atividades;
- Come desenfreadamente, sem se preocupar com a qualidade da alimentação;
- Não come nos horários adequados e muitas vezes o faz escondido de outras pessoas;
- A baixa auto estima e a falta de cuidados com o corpo e a saúde, faz com que a situação vá se agravando;
- Tem a ilusão de que estar magra acabaria com seus problemas e que poderia ser feliz;
- Procura uma forma mágica de perda de peso, colocando fora, no outro a responsabilidade por emagrecer.
Identificando essas questões em seu processo de sobrepeso e obesidade, é importante procurar ajuda de profissionais habilitados para ajudá-lo a perder peso, alcançar um estado de saúde e equilíbrio, como a nutricionista, educador físico e um psicólogo.
A obesidade é uma doença e temos que tratá-la com responsabilidade e seriedade, só assim poderemos emagrecer com assertividade.
Luciana Kotaka - Psicóloga Clínica
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2 de fev. de 2010

Uma realidade distorcida


A anorexia, bulimia, síndrome do comer noturno e a vigorexia vem aumentando significativamente, retratando os valores distorcidos sobre a beleza e a saúde.
 
A mulher com anorexia estabelece pesos ideais muito abaixo dos padrões saudáveis e buscam alcançá-los de forma agressiva consigo mesma, não percebendo que ultrapassou o limite do peso normal, colocando com isso sua vida em risco.

Já na bulimia, ocorrem momentos em que as pessoas ingerem uma quantidade exagerada de alimentos, e posteriormente acabam por se utilizar do uso de laxantes, diuréticos e vômitos auto-induzidos, na crença de que podem eliminar 100% do que ingeriram, e assim não ganharem peso. A bulimia tem uma semelhança com a síndrome do comer noturno em função da ingestão exagerada de alimentos, se diferenciando pelo fato de que ocorre uma verdadeira farra alimentar no meio da noite, desencadeando muita culpa e sentimentos de inferioridade em função de seu ato.

Constantemente novas patologias estão sendo diagnosticadas, como a vigorexia, a qual vem prevalecendo no sexo masculino, onde o homem acaba por passar horas na academia, na busca de um corpo forte e perfeito. Atrás desse homem robusto se esconde um sujeito inseguro com baixíssima auto-estima.

Nossa realidade é assustadora, a cultura pelo corpo magro e forte tem sido arrasadora, adoecendo nossos jovens, acabando com relações familiares e sociais.


Luciana Kotaka - Psicóloga
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19 de jan. de 2010

O Medo



O medo é um sentimento que permeia nossa vida, e se esconder do que nos assusta não será benéfico.

Quando sentimos medo, logo levantamos muros de proteção, e seja ele de madeira ou concreto, nos fará paralisar em algum momento ou mesmo em algum movimento pretendido.

Esse muro que levantamos, nos protege do outro, do mundo, mas pergunto: ele nos protege de nós mesmos?

Esse medo tem que ser liquidado, pois quando não o enfrentamos,nós caímos fracassados, presos a conceitos ou situações reais que estão aí fora, prontos para serem vivenciados .

Pensamos que nos protegemos, então nos recolhemos dentro de si, ou mesmo dentro de nossas casas, e nos confortamos com alimentos que nos dão prazer, que nos faz sentir acolhidos até protegidos,mas nos esquecemos, que cada movimento nessa direção, nos aprisiona cada vez mais.

Então nos deparamos com um impasse:

Queremos viver, ter prazer, ser feliz, mas deixamos que o medo tome conta de nós, determinando nossas ações de reclusão, de introjeção, dentro de nós mesmos.

Criamos um mundo imaginário, um mundo sem limites….

Comida sem limites….

Comportamentos sem limites….

Nesse momento , precisamos desenvolver estratégias , ou seja, tomar as medidas que forem necessárias para conciliar a situação que estamos vivendo, com o futuro que almejamos.

É importante que ao desenvolvermos metas, tenhamos em mente que muitas coisas podem sair fora do estipulado em nosso projeto (festas, encontro de amigos, comemorações), e que nesses momentos temos que ter planos complementares para colocar em ação para não perder o foco do que desejamos.

Mesmo planejando, muitas coisas saem erradas, pois aparecerão inúmeras variáveis nesse processo a qual devemos dar conta. Nesses momentos agir com inteligência estratégica nos ajuda muito, e assim mesmo, as vezes temos que desenvolver uma terceira estratégia de ação.

Esse processo se aplica em tudo em nossas vidas, seja em estudos, profissão, como também no emagrecimento.

Desistimos ao menor sinal de estagnação do peso, achamos que não está certo um processo e partimos para outro qualquer, que alguém disse ou que alguém leu em uma revista.

Não paramos para rever o que traçamos, nem lançamos mão de conhecimentos científicos acerca do problema apresentado, e saímos a procura de algo que mate o medo de ficar acima do peso, mas que não são efetivas.

Vamos vencer o medo, olhar para dentro de si e ver o que teu corpo está pedindo?

Temos estratégias disponíveis, temos profissionais habilitados e informações para nos embasarmos.

O medo é uma porta que se fecha para dentro e a felicidade é uma porta que se abre para fora!



Luciana Kotaka – Psicóloga

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5 de jan. de 2010

O que faz o emagrecimento acontecer


Esse assunto é sempre cercado de muita polêmica, em função da publicidade excessiva em torno da perda de peso.
Mas existem dados concretos que vivenciamos na prática clínica sobre esse assunto:

Quando encaramos o emagrecimento como ganho e não como perda

Mas como isso podem se perguntar? Emagrecer faz parte de um processo de novas aquisições comportamentais, tanto práticas como forma de comer corretamente e o que ingerir, como também emocionais, que são formas de lidar com suas angústias,ansiedade, enfim, formas que a levam comer como forma de compensação.

Mudanças internas e não só corporais

Nossa vida é muito complexa, temos relações profissionais, familiares, amigos, enfim, mudar significa adquirir novos comportamento e viver bem com todas situações que envolvem nossa vida, e não só com nosso corpo, afinal, estar infeliz no seu emprego e engolir sapos por não conseguir impor respeito a sua pessoa , também contribui para aumentar sua tristeza levando a uma maior tendência a comer em excesso.
Falar o que sente

Hum, como é frequente essas queixas…. temos medo de expressar o que sentimos, nos colocar, defender, falar sobre nosso desejo….Essa é uma questão de grande importância, que é presente em grande parte das pessoas com sobrepeso/obesidade. Aprender a dizer não quero, não posso, ou mesmo eu quero, eu vou, quando se é contrariada, é um enorme passo a ser conquistado.
Tolerar frustração

Será que sabemos lidar com nossos limites? Um bom exemplo da dificuldade em lidar com a frustração é emagrecer de forma lenta e adequada. Buscamos a perda de peso rápida e de forma mágica, como se resolver a forma de lidar com nosso corpo e com nossas emoções fosse assim tão simples. A psicoterapia é um grande aliado nesse processo, para que possa obter recursos para lidar com os limites da vida e do seu corpo.

Capacidade de autonomia

Você consegue dar conta de você e do seu processo de emagrecimento? O quanto tem iniciativa de ir comprar seus alimentos, organizar sua alimentação para levar para o trabalho, ou mesmo, desprendimento para buscar realizar seus desejos projetos, enfim, buscar vivenciar situações de forma ser responsável por seus atos e consequências.

Vale refletir e identificar quais dos aspectos acima precisa ser alcançado, o que facilitará na busca de suas realizações.

Luciana Kotaka - Psicóloga
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29 de dez. de 2009

Perdido, sem saber por onde começar?



Quem já não se sentiu perdido, sem saber por onde começar?

Muitas vezes no nosso dia a dia, vamos passando por cima de muitas situações, obrigações, desejos, enfim, de nós mesmos, por não estarmos prontos, preparados para resolvermos um determinado conflito ou situação.

Sabe aquele dia que estamos com pressa e erguemos o tapete e jogamos deliberadamente a sujeira que está no chão debaixo dele ?

Quem não faz isso em algum momento da vida? Todos nós fazemos! Muitas vezes por falta de tempo, outras por falta de condições, e outras por não estarmos preparados para arrumar essa bagunça.

Seja qual for a resposta, a verdade é que isso vai acontecer, e se esquecermos de erguer o tapete e limpar a bagunça que ficou escondida, essa bagunça vai ficar grudada no chão, cravada, mas um dia vamos ter que criar coragem e fazer uma faxina, ou podemos fazer de conta que ela não existe e continuar jogando a sujeira debaixo do tapete.

Mas o que esse texto quer nos mostrar que não queremos ver? Qual será a relação da obesidade, dos transtornos alimentares, com tudo isso?

Vendo sob a ótica da psicologia, tem muito a se pensar e refletir…. O que a comida vem tapar, preencher ou será amortecer ?

Claro que a obesidade é multifatorial, mas estou analisando a relação do emocional nesse processo, na queixas frequentes que chegam, nos relatos, das dores, das angústias que vão se somando junto com a comida engolida, muitas vezes sem prazer, mas por uma necessidade de resolver, de resgatar um prazer ou um equilíbrio a custa de comportamentos que acabam sendo de auto agressão.

A importância de se trabalhar os aspectos emocionais em um processo de reeducação alimentar é indubitavelmente necessário, pois desta forma poderá canalizar sentimentos, emoções de forma assertiva, promovendo um resgate da auto estima, do respeito para com seu eu, com o seu corpo.

Emagrecer e permanecer magro, dentro do padrão de beleza pessoal, de acordo com seu biótipo, idade e história de vida, pois isso é o real, nossas heranças, traços e estruturas de nossa família.

Esse é o nosso eu, digno de respeito, de amor e de carinho e não fotos ou imagens de mulheres magérrimas, que se maltratam, que sofrem, para se manterem dentro de um ideal de beleza.

Esse é a nossa meta, ser feliz com o nosso possível, dentro de um processo adequado e saudável.


Então lhes digo respondendo a pergunta acima: Por onde começar? Por você mesma!



Luciana Kotaka - Psicóloga
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22 de dez. de 2009

Comemorações


Quem já não passou por essa situação?

- Coma mais um pouco querida!
- Estou fazendo regime, obrigada!

- Ah…não vai me fazer uma desfeita dessas né? Vou me sentir ofendida!
É muito comum em almoços de família sua mãe, tia, sogra se sentirem ofendidas quando ousamos dizer um : Não quero mais…estou satisfeita.

Em função da cultura estabelecida dentro do contexto familiar, a comida muitas vezes vem carregada de afeto, ou seja, vem marcada pelo amor a família.

Mas também vivemos essa situação fora da família, em festas, reuniões no trabalho,enfim, a questão é como é difícil para o outro lidar com nossa decisão de emagrecer.

Experimente então falar que está em regime, nossa!!!! Aguente a enxurrada….

- Só hoje, vamos comemorar! - Não seja estraga prazeres, vamos todos comer. - Ah! um pouquinho, só para experimentar.

Mas creio que a pior situação é quando embalamos nessas situações e nos “convencemos” que só naquele “momento” vamos sair fora de nossos objetivos.

Claro que temos que comer, estamos em uma festa, todos comemorando, mas também podemos escolher o que comer ou melhor, quantas coxinhas vamos comer!!!!

Importante mesmo é não sair alardando que está de “regime”, para que todos logo se encarreguem de entupí-lo de comida e que aproveite essa situação para comer mesmo.

Vamos tomar uma posição diferente?

Que tal chegar na festa com tranquilidade e escolher o que comerá, não contar que está se cuidando, e assim cuidar de si mesmo.

Nossa postura diante da vida e das situações é que irão determinar nossas vitórias e fracassos.

Então, vamos nos preparar para a próxima festa?


Luciana Kotaka  - Psicóloga Clínica – Curitiba

www.comportamentomagro.com.br 
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8 de dez. de 2009

Obesidade é uma doença não contagiosa




 imagem: www.comportamentomagro.com.br

A obesidade, além de ser maléfica à saúde, traz conseqüências traumáticas aos que convivem com a doença. A afirmação é da psicóloga Luciana Kotaka, 38 anos, que é especializada em distúrbios alimentares. Segundo ela, quando a pessoa está acima do peso, fica com sua auto-estima comprometida. A partir daí, o tratamento que recebe pode culminar em sua reclusão, fazendo com que evite sair de casa, faça amizades e até frequente academia.

“Infelizmente, não sabemos lidar de forma adequada com os obesos, e isso fica muito claro para eles”, afirma a psicóloga. Para Luciana, a mídia prega a todo o momento que “felicidade e beleza são sinônimas de um corpo magro. E isso abala o psicológico dos ‘gordinhos’”.

As pessoas que um dia já estiveram dentro dos padrões estabelecidos pela sociedade são as que têm as maiores sequelas. Denise Santos, 32 anos, profissional de beleza, revela: “Nunca fui magra, mas até os meus 18 anos, eu era muito saudável”. A situação se agravou quando ela deixou de frequentar academias e depois de dar à luz a duas crianças, . “O meu maior trauma é saber que um dia já fui linda e sensual”, exclama. Denise já foi vítima de preconceitos dentro de ônibus. “Ninguém quer sentar ao lado de um obeso. E com razão, pois ocupamos a maior parte dos dois assentos”, justifica. “Ninguém entende a dificuldade que é carregar um peso maior que um corpo pode sustentar. E não há assentos especiais para ‘gordos’, as pessoas deveriam ser mais compreensivas”, reclama.

Situações como essa podem não apenas levar os obesos a se excluírem dos círculos sociais, como também a se tornarem depressivos. A psicóloga Luciana diz que nesses casos é necessário o acompanhamento com um psiquiatra. “Quando temos um paciente muito deprimido, interferindo em suas atividades rotineiras, ele é orientado a procurar ajuda psiquiátrica”, explica ela.

“A predisposição genética não é o único agente causador da obesidade”, diz Luciana. A vida corrida dos dias de hoje, segundo ela, também é determinante para o ganho de peso. “Estresse, falta de tempo para usufruir de outros momentos de prazer, situação financeira insatisfatória, cobranças de familiares e solidão transformam a comida em uma forma rápida de satisfação”, revela. Em sua clínica, Luciana ensina os pacientes a canalizar suas emoções e a tratar o alimento apenas como fonte de nutrição, para assim evitar exageros no consumo.

No Brasil, 38 milhões de brasileiros estão acima do peso. Destes, dez milhões são considerados obesos, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).


Autor: FERNANDO VALASCO RAMOS 

Luciana Kotaka - Psicóloga
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1 de dez. de 2009

Comer é para vida toda


Diante desta constatação nos deparamos com uma situação conflituosa. Temos que comer, não dá para fugir, e como vou fazer? Dietas restritivas, remédios, chás, para o resto da vida?

É parece que temos que encarar essa situação de frente. Temos que comer sim, e aprender a comer de forma equilibrada e saudável.

Muitas vezes nos pegamos comendo mais do que seria necessário, mas dificilmente paramos para pensar no por que. Colocamos a culpa na comida que estava irresistível, na pressa, enfim, só não paramos para analisar o porque comemos tanta comida desnecessariamente.
Este aspecto é de extrema importância quando pensamos em comportamento magro.
Precisamos parar e pensar: Porque comemos? Será que comemos porque tenho fome, ou porque tenho vontade de comer?
Existe uma distância muito grande entre estes dois aspectos. Fome causa um mal estar, segundo relato de alguns pacientes, parece que as paredes do estomago estão encostando uma na outra. Já a vontade de comer, prevalece uma sensação de insatisfação, parece que a comida não preenche,fica uma sensação de vazio. Quando começamos a identificar esses aspectos na nossa rotina alimentar, poderemos assumir o controle da alimentação.
Lembro de uma paciente que contou que colocou na porta de sua geladeira o seguinte:
Não sou calmante! Ela começou a perceber que na grande maioria das vezes comia porque se sentia sozinha, ansiosa, com raiva, enfim, em função de sentimentos não resolvidos. A partir do momento que pode reconhecer esse processo, começou a lidar com suas angústias de forma mais apropriada. Aí entra o comportamento magro, se preparando para lidar com essas situações.
O processo terapêutico visa instrumentalizar o cliente para que possa assumir o controle sobre sua ingesta alimentar e desenvolver um controle do seu peso.
Perceber esses processos requer desejo, antes de tudo, de tirar esse peso de suas costas.
“A gente não se liberta de um hábito atirando-o pela janela: é preciso fazê-lo descer pela escada, degrau por degrau”
Mark Twain

Luciana Kotaka – Psicóloga clínica 
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24 de nov. de 2009

Inteligência Emocional e Emagrecimento


Quando desenvolvemos capacidade de reconhecer e compreender nosso estado de espírito, assim como os efeitos desses aspectos em nosso comportamento alimentar, podemos criar ferramentas eficientes para desenvolver comportamentos magros adequados para manter-se magra (o).

Poder realizar uma auto avaliação e detectar quais são as situações as quais tem dificuldades de lidar, podendo desenvolver auto controle, que seria capacidade de controlar ou mesmo redirecionar esses impulsos de forma assertiva, ou seja, pensar antes de agir, e buscar outras atividades no momento de crise ou compulsão.

Se abrir para as mudanças é o passo inicial e efetivo de novas aquisições comportamentais, incluindo o desejo.

É muito comum ouvirmos pessoas dizerem o quanto querem perder peso, ou um melhor emprego, mas em contrapartida vemos a falta de iniciativa, a dificuldades em sair da zona de conforto, sair desse processo para buscar novas realizações, e isso requer muito desejo.

Outro aspecto a ser alcançado é a auto motivação, algo imprencidível para alcançar resultados, ter energia, determinação na busca de um corpo saudável e confortável.

Se auto avaliar, traçar metas, desenvolver estratégias e ter desejo, irão te fortalecer nesse processo tão delicado que é cuidar de você e de sua saúde.



Luciana Kotaka -Psicóloga Clínica
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17 de nov. de 2009

Fome Noturna


Existe uma forma de alteração de comportamento que chamamos de fome noturna. Um comportamento que leva a pessoa a um aumento de peso significativo. Não existe nessa situação nenhuma relação com a parte endócrina, nenhuma disfunção hormonal .
Os comedores noturnos, devem procurar analisar o que está errado em sua alimentação, do porque está sentindo fome no meio da noite .
A grande maioria da vezes, esse comportamento aparece em função de uma dieta mal equilibrada, pois as pessoas seguem uma dieta muito restritiva durante o dia, e acaba por gerar ciclos de compulsão a noite, não conseguindo se controlar , acordando no meio da noite com uma fominha incômoda.
Nesses episódios, a pessoa tende a comer o que encontrar pela frente, quando abre a geladeira como comidas geladas, pão, doces, bolachas… e tudo o que não for light, e o pior, sempre em quantidade exagerada.
Assim, a pessoa vai para a cama , e o corpo em repouso não irá queimar calorias, o organismo funcionando em forma mais lentificada, o que facilitará o acúmulo de gordura no corpo, e quando a pessoa acorda, sente-se culpada, e essa culpa faz com que ela se prive novamente durante o dia, e assim um novo processo vicioso se inicia.
Como as outras pessoas da casa estão dormindo e, não verão que ela está comendo, pensarão que você é uma coitada que não come e não emagrece ! O melhor se tem esse comportamento, é que tem a fazer é procurar um terapeuta especializado em transtornos alimentares e uma nutricionista.
Faça uma alimentação equilibrada durante o dia, reveja seus hábitos alimentares, coma a cada três horas, não pule refeições , coma devagar e com variedade e qualidade.
Procure cuidar de suas emoções, faça uma terapia, para que não utilize a comida como forma de compensação. Existem muitas emoções e ou situações, que servem como disparador de um ciclo compulsivo.
Evite tomar café ou mesmo fazer exercícios físicos em excesso a noite , pois pode dificultar seu sono, aumentando a possibilidade de uma visita noturna na cozinha.
De forma alguma se automedique , não utilize diuréticos , laxantes ou mesmo moderadores de apetite sem consultar um médico, como forma de amenizar a culpa de ter atacado a geladeira.
A mudança de comportamento é imprescindível nesse processo, e se você despertou e não consegue voltar a dormir, leia um livro, ouça uma música relaxante, tome um banho quente .
Quando fazemos uma Reeducação Alimentar e Reeducação Afetiva, podemos visualizar um processo efetivo tanto para o descontrole alimentar, quanto em relação a uma postura de vida saudável e equilibrada.

Luciana Kotaka - Psicóloga 



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10 de nov. de 2009

Começar de novo...



Faz parte da nossa vida os tropeços durante a caminhada. Mas na maioria das vezes que tropeçamos olhamos para isso como se fossemos fracassados.


Porque sentimos de forma tão negativa esse processo?

Muitas vezes começa dentro de casa, quando cobrados a tirar notas máximas, ou quando temos que assumir tarefas responsabilidades que ainda não temos idade ou preparação para assumir tanta expectativa de nossos pais ou mesmo exigências.

Só que crescemos, mudamos de casa, temos nossos filhos, mas parece que a sensação de termos que ser perfeitos, de dar satisfações continua.

Mudamos por fora, mas por dentro ainda carregamos as marcas das cobranças ou mesmo incentivos exagerados.

Tudo isso faz parte da vida, somos humanos e erramos, agimos de forma errada muitas vezes, até com os nossos nossos pais, filhos, marido,e não porque somos ruins, e sim porque somos assim, seres imperfeitos.


Aprender a lidar com essas imperfeições faz parte de nosso dia a dia. Parar ,refletir e verificar onde precisamos mudar, dar uma lapidada, pois a essência do que é continua aí, dentro de você.

Será que precisamos limpar a casa todos os dias, não dá para tirar o pó dos móveis dia sim e dia não?

Com a comida também funciona assim. Começamos a RA, no terceiro dia damos uma escorregada e muitos já desistem e se acham fracassados , e a Boa Vontade de emagrecer vai embora e o desânimo e pessimismo toma conta.

Essa forma de ser mais pessimista, que não acredita em si mesma tem que ser revisto, pois tanto na RA quanto na vida, essa forma de agir com o mundo e com os obstáculos definirá seu sucesso ou fracasso.

Poder cuidar de si, procurar uma terapia para rever certas crenças que estão impregnadas dentro de você, é de fundamental importância para ter uma vida de alegria e prazer.

Aprender a perceber que entre o preto e o branco existem várias tonalidades de cinza, e que não precisa ser perfeito para dar certo, para ser amado, dá para ser um cinza médio, claro, afinal, cada um é especial por ser quem é, e todos somos diferentes.

Ser feliz é uma porta que se abre para dentro e não para fora!!!

Luciana Kotaka - Psicóloga Clínica -Curitiba
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13 de out. de 2009

Ansiedade pode gerar obesidade


O desequilíbrio alimentar é um dos sintomas que podem levar ao excesso de peso
 

A ansiedade é hoje um dos principais problemas gerados pela vida agitada e estressante nas grandes cidades. Entretanto, mesmo que esse seja um sintoma comum entre as pessoas, muitas vezes pode se agravar, acarretando situações mais graves que podem levar, por exemplo, a desequilíbrios alimentares.

Tentando encontrar uma saída para o sentimento de ansiedade, muitas pessoas acabam cometendo excessos alimentares como busca inconsciente para amenizar sensações desagradáveis – como stress, solidão, cansaço, tristeza, raiva – gerando um quadro de sobrepeso e até obesidade. Além das doenças relacionadas ao sobrepeso, como pressão alta, diabetes, doenças do coração e infarto, os efeitos emocionais também são preocupantes.

Mas mudar a forma de se alimentar não é tarefa fácil, pois todo o comportamento alimentar envolve questões físicas e emocionais – difíceis de modificar e o principal responsável pelo fracasso das dietas.

Hoje, existem métodos que auxiliam a lidar com o comportamento emocional e alimentar, como o programa de Reeducação Afeto-Cognitivo do Comportamento Alimentar (RAFCAL). Nele, o paciente recebe tratamento personalizado e aprende a criar uma relação saudável com a comida a partir do controle das emoções.

O foco principal desse programa é o lado emocional, onde o paciente se torna autor de seu próprio emagrecimento, aprendendo a se responsabilizar pelo processo e deixar de pensar que é a gordura que se apropria dele, sem que ele possa fazer nada. Com isso, a idéia é que a pessoa crie um comportamento magro, em que ela não se utilize da comida para compensar sentimentos.

A psicologia e o método RAFCAL podem ser aliados no processo de reeducação alimentar e contribuem de forma significativa para que as pessoas emagreçam, mantenham-se magras, livrando-se do indesejável efeito sanfona. A psicóloga Sílvia Luciana Kotaka é especialista no tratamento da obesidade e no desequilíbrio alimentar.



Luciana Kotaka - Psicóloga

www.comportamentomagro.com.br



Fonte da Figura: www.guiagratisblog.com


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