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12 de abr. de 2011

Filhos com excesso de peso

Estratégias para que as crianças percam peso de forma adequada

A comida desde o inicio da vida é um aspecto fundamental para sobrevivência humana.Tão logo o neném nasce, já o colocamos para mamar, dando início ao ciclo de manutenção de vida.

Muitas vezes no meio do caminho da função de mãe, enfrentamos dificuldades com os choros dos bebês, e utilizamos do leite como forma de conforto, para que parem de chorar.

Quem já não passou por essa situação?

Comida acaba tendo conotação de conforto, tranqüilidade, e muitas vezes na infância e vida adulta repetimos esse ato para nos acalmar.

A questão é que comer dá prazer, e para a criança que gosta de comer muito, acaba sendo um aspecto difícil de ser controlado.

Com a chegada da tecnologia, ficou ainda mais difícil manter o peso, já que as crianças acabam optando pelo vídeo game, computador, televisão, que são atividades que onde se fica parado, e não se exercita.

Algumas atitudes dos pais podem colaborar para que a saúde e peso do filho possam ser preservadas :

- Escolher alimentos saudáveis para se ter em casa, ao invés de salgadinhos e guloseimas a vontade.

- Não utilizar produtos lights, mas optar por comidas menos gordurosas e com boa aparência. Tem várias receitas onde se prepara pratos coloridos, até formando desenhos com os legumes para deixar o prato mais atrativo, chamando a atenção para a criança comer os legumes.

- Sair com o filho para passear com o cachorro, é uma forma de fazer exercício.

- Jogar bola, pular corda, andar de bicicleta. É muito importante que os filhos possam ver os pais também se exercitarem, pois estes são os modelos na vida dos filhos.

- Não ficar falando e controlando de forma excessiva o que o filho come, pois isso pode ter efeito contrário ao esperado.

- Procurar auxílio de uma profissional da área de nutrição, que poderá prescrever uma alimentação mais saudável, porém sem excesso de restrições.

- Muitas crianças com excesso de peso apresentam comportamentos de muita ansiedade, e as vezes comem de forma compulsiva. Nesses casos é importante a ajuda do psicólogo, que ajudará a criança a sentir-se mais confiante, segura e com auto estima elevada.

Psicóloga Luciana Kotaka – CRP 08/06502-1

Especialista em Obesidade e Transtornos Alimentares

Curitiba -PR

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29 de mar. de 2011

Seis erros comuns na alimentação infantil

obesidade_infantil

PROIBIÇÃO E CHANTAGEM NA HORA DE COMER NÃO É A FÓRMULA IDEAL PARA FAZER SEU FILHO COMER DE TUDO. LISTAMOS SEIS ERROS COMUNS QUE OS PAIS COMETEM NA HORA DE ALIMENTAR OS PEQUENOS

Fazer criança comer de maneira saudável não é tarefa fácil. Para tanto, os pais recorrem a fórmulas variadas: castigo, briga, chantagem, troca, presente, prêmio… A intenção é boa, mas o resultado pode não ser eficiente. Confira os seis erros mais comuns que os pais cometem na hora da educação alimentar dos filhos e saiba o que fazer para evitá-los, antes que a criança cresça com hábitos ruins.

1- Tirar as crianças da cozinha É importante que você estimule o interesse das crianças pela culinária, e quer melhor forma do que deixá-los te ajudar a preparar uma receita? É claro que você não vai cozinhar com a mesma rapidez se tiver que ficar de olho neles o tempo todo, tomando cuidado com facas, água fervente e etc. Mas prepare-se para, uma vez ou outra, receber visita. Pesquisadores da Columbia University descobriram que crianças que cozinham seus próprios alimentos estão mais propensas a provar produtos saudáveis, como legumes e grãos integrais.

2- Fazer pressão para a criança comer. Se você insistir, brigar ou chantagear, seu filho vai ter ainda mais repulsa ao alimento estranho, pode acreditar. É normal criança ter medo do novo, e cabe aos pais terem compreensão. Vá acostumando a criança desde pequena a experimentar comidas de todas as cores e aparências.

3- Esconder e proibir guloseimas. Pode parecer o caminho mais fácil, mas não é. Esconder bolos, chocolates e biscoitos no alto do armário pode ter o efeito contrário ao esperado, pois a proibição é capaz de aumentar o desejo da criança pela guloseima. Segundo Luciana Kotaka, psicóloga especializada em obesidade e transtornos alimentares, se um produto tem que ser evitado, o ideal é não tê-lo dentro de casa. Quando tiver, explique para seu filho que o exagero faz mal, e que depois da refeição a sobremesa estará liberada (ou no lanchinho da tarde).

4- Não estimular hábitos de vida saudáveis. “Os hábitos alimentares dos pais são muito importantes para a educação dos filhos. Se em casa todos gostam de pratos saudáveis, dificilmente a criança vai fugir à regra. Além disso, ter horário para as refeições, fazê-las em família e à mesa, auxiliam bastante. É preciso estimulá-los naturalmente a experimentar. Sem pressão ou ordens”, afirma a psicóloga.

5- Servir de qualquer jeito. Se seu filho já não tem muito interesse pelo verde, de nada vai adiantar colocar um monte de folhas de alface no prato dele, certo? Faça a comida ficar atraente, misture folhas e legumes coloridos, como beterraba, tomate e cenoura. Outra dica é acrescentar alguma coisa que eles gostem bastante: sirva a salada com queijo, palmito, torradinhas…

6- Ceder às birras e vontades dos filhos. Seja insistente mas sem insistir. Deu pra entender? Tudo bem, a gente dá uma dica. A Dra. Luciana ensina a regra dos 15: sirva o mesmo alimento em 15 ocasiões diferentes, preparados de maneira diferente e com acompanhamentos diferentes. Assim, o alimento vai deixar de ser estranho. Faça de tudo para tornar o prato mais interessante, conte histórias, monte um desenho no prato, brinque com a imaginação deles.

Revista Pais e Filhos

Participação Luciana Kotaka

http://www.revistapaisefilhos.com.br/htdocs/index.php?id_pg=121&id_txt=3142

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17 de mai. de 2010

Cálcio pode aumentar a queima de calorias dos meninos, indica estudo


Meninos que consomem muitos alimentos ricos em cálcio - destaque para os laticínios - parecem gastar mais calorias quando estão descansando do que as crianças que ingerem menores quantidades do nutriente na alimentação, segundo estudo recentemente publicado no Journal of Pediatrics. De acordo com os autores, os resultados podem ajudar a explicar por que alguns estudos associam uma maior ingestão de cálcio a menores níveis de gordura corporal.
Realizado pela Universidade do Alabama, nos Estados Unidos, o estudo incluiu 315 crianças com idades entre sete e 12 anos, avaliando a relação entre o relato de ingestão de cálcio, o gasto de calorias no descanso - com a medida do uso de oxigênio e a produção de dióxido de carbono na respiração - e os níveis de gordura corporal dos participantes. E os resultados mostraram que há uma forte relação entre a maior ingestão de cálcio pelas crianças e um menor nível de gordura corporal, e também uma associação entre o consumo do nutriente e um maior metabolismo de descanso. Além disso, o maior gasto de energia estava associado a menores níveis de gordura corpórea.
Entretanto, quando avaliaram meninos e meninas separadamente, os pesquisadores descobriram que essa relação só seria significativa para os garotos. "Acreditamos que isso pode ter a ver com os hormônios reprodutivos, mas não sabemos ainda", explicou o pesquisador Jose Fernandez. De acordo com os autores, o estrógeno - hormônio feminino - é conhecido por encorajar o acúmulo de gordura, enquanto a testosterona - hormônio masculino - impulsiona a formação de tecido corporal magro.
Para os especialistas, o cálcio ajuda a regular o metabolismo, tendo efeitos sobre o acúmulo de gordura, influenciando o uso de calorias no descanso. Por isso, os resultados do estudo representam mais um incentivo para se buscar a ingestão das quantidades recomendadas do nutriente - 1300mg diários para crianças e adolescentes; 1000mg para adultos com até 50 anos; e 1.200 mg para aqueles com mais de 50 anos de idade.
Fonte: Journal of Pediatrics. 19 de abril de 2010.
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10 de out. de 2009

Campanha contra obesidade em NY mostra refrigerante despejando copo de banha


Da BBC Brasil



Uma campanha com cartazes que retratam uma garrafa de refrigerante despejando banha em um copo é a mais nova arma das autoridades de saúde de Nova York no combate à obesidade.

A estratégia da campanha é promover uma redução no consumo de refrigerantes usando a tática de chocar as pessoas com a força da imagem, que, no caso, vem acompanhada dos dizeres "Are You Pouring on the Pounds?" ("Você está derramando os quilos a mais?", em tradução livre).
Autoridades de saúde de Nova York afirmam que a ideia foi mesmo a de usar uma imagem forte e "feia" para chocar o público consumidor de refrigerantes.



"Nós realmente queríamos fazer uma declaração e chamar a atenção das pessoas", afirmou Cathy Nonas, diretora dos Programas de Atividade Física e Nutrição no Departamento de Saúde da cidade.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/bbc/2009/10/07/ult4432u2484.jhtm
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3 de set. de 2009

Muitas crianças usam remédios anti-obesidade aprovados apenas para adultos

Um estudo recentemente publicado no British Journal of Clinical Pharmacology traz mais uma preocupação para a sociedade no contexto do combate à obesidade infantil. Realizada no Reino Unido, a pesquisa indica que milhares de crianças e adolescentes da região têm usado medicamentos para perder peso que são aprovados apenas para uso em adultos. E, segundo os autores, essa prática altamente questionável não é exclusividade do Reino Unido. Usando dados de uma pesquisa que cobria 5% da população do Reino Unido, os pesquisadores descobriram que, no período entre os anos de 1999 e 2006, o número de crianças e adolescentes que receberam prescrições de drogas aprovadas somente para os adultos cresceu em 15 vezes – de 0,06% para 0,9%. E, na maioria dos casos, o paciente havia interrompido o uso da droga antes de ter qualquer benefício. Por isso, os especialistas recomendam que intervenções no estilo de vida, como uma alimentação balanceada e exercícios, sejam as primeiras abordagens para tratar a obesidade infantil, e destacam a necessidade de mais estudos para avaliar eficácia e segurança do uso dessas drogas em crianças. Fonte: http://blogboasaude.zip.net/arch2009-08-30_2009-09-05.html#2009_09-03_13_06_17-119648571-0
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12 de ago. de 2009

Docinho Antigula

De acordo com nutricionista que criou o produto, a novidade avisa o organismo de que é hora de parar de comer e amplia a saciedade por até 4 horas após o seu consumo. Por Françoise Gregório Poder se deliciar com um chocolate durante o período de emagrecimento e tê-lo como um verdadeiro aliado no combate à ansiedade e àquela vontade louca de comer... Isso lhe parece um sonho? Pois é o que promete o cho colate saciante, desenvolvido pela nutricionista Fernanda Machado Soa res, do Rio de Janeiro. "A ideia de criar um chocola te que aumentasse a saciedade par tiu da necessidade de comer o do ce, relatada por muitos pacientes. Aproximadamente 55% deles con so mem a iguaria regularmente", re ve la a nutricionista. Figura: http://www.qvinho.com.br/wp-content/uploads/2008/02/chocolate2.jpg Matéria na íntegra: http://www.portaldiabetes.com.br/conteudocompleto.asp?idconteudo=8406
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27 de jul. de 2009

Obesidade infantil

Foi-se o tempo que criança saudável era criança gordinha. Hoje o cenário é assustador: a obesidade atinge 15% dos pequenos, que estão expostos a riscos de gente grande. A falta de exercícios e a alimentação inadequada são os grandes culpados pelos quilos a mais. Só para se ter uma idéia, quando o pequeno devora um pacote de bolacha na hora do lanche, está ingerindo o equivalente a uma refeição completa em calorias. Os prejuízos são enormes: além do impacto na auto-estima, aumenta a chance de problemas ortopédicos, de infecções respiratórias e de pele, de cirrose hepática por excesso de gordura depositada no fígado - a chamada esteatose. Pior: uma criança obesa em idade pré-escolar tem 30% de chances de virar um adulto rechonchudo. O risco sobe para 50% caso ela entre na adolescência gorda. Explica-se: as células adiposas vão ficando cada vez mais recheadas de gordura até que estouram e se multiplicam, fenômeno mais comum justamente no primeiro ano de vida e na adolescência. Reverter o quadro depende basicamente de uma coisa: reeducação alimentar. Ele tem tendência à obesidade? Os cientistas identificaram oito fatores que podem levar à obesidade a partir dos 7 anos: 1. Mães que engordam demais durante a gravidez podem gerar bebês com mais tendência à obesidade 2. Crianças com peso e altura acima da média entre 8 e 18 meses têm maior propensão ao problema 3. Ao completar um ano, o bebê não deve pesar mais do que o triplo do que tinha ao nascer 4. Também não deve crescer mais do que 25 centímetros no primeiro ano. 5. Bebês que dormem pouco ficam mais cansados e fazem menos atividades durante o dia, facilitando o acúmulo de gordura. 6. Crianças com mais de três anos que ficam mais de oito horas por semana na frente da TV 7. Aparecimento de gordurinhas localizadas antes dos quatro anos 8. Pais gordos: além da genética contra, os filhos podem imitar seus hábitos
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4 de jul. de 2009

Consumir água pode diminuir risco de sobrepeso infantil

Beber água pode ajudar a prevenir o sobrepeso e a obesidade em crianças. Uma pesquisa realizada pelas universidades de Dortmund e de Witten-Herdecke, na Alemanha, e de Londres, no Reino Unido, concluiu que o aumento do consumo de água em escolas diminuiu o risco de excesso de peso. O estudo foi conduzido em grupos escolares de áreas pobres dos dois países, onde o risco de obesidade é maior, e envolveu 32 grupos escolares de nível elementar, somando 2.950 crianças. Para promover o consumo, bebedouros foram instalados nas escolas e os professores deram aulas sobre os benefícios da bebida para o organismo. As crianças foram incentivadas com recompensas e brindes como garrafas d'água. Embora não tenha havido redução no consumo de refrigerantes, os alunos das 17 escolas que receberam a intervenção beberam cerca de um copo a mais de água diariamente. Os resultados mostraram que, em um ano, houve queda de 31% no risco de excesso de peso nesse grupo, mas não houve redução no IMC (índice de massa corporal). As crianças que não participaram da campanha tiveram um leve aumento no peso no mesmo período. "A água é fundamental para o funcionamento de todo o metabolismo", afirma João César Castro Soares, endocrinologista e nutrólogo da Unifesp. Para metabolizar 1 g de gordura, são usados 15 ml de água. Quando o processo de queima de gordura funciona melhor, sua eliminação do organismo também fica mais fácil. Ingerir água reduz a retenção de líquidos, o que influencia na diminuição do peso. Por outro lado, bebidas artificiais como refrigerantes contêm mais sais e açúcares que nosso corpo e por isso, dão mais sede. Beber água também causa uma sensação de saciedade que pode inibir por algum tempo a compulsão alimentar. "Um copo de 200 ml dá um volume considerável no estômago de uma criança em idade escolar", explica Castro. "O trabalho reforça o conceito de que estimular hábitos de vida saudáveis com a ingestão adequada de água é eficiente para prevenir o aumento de peso", diz Mauro Fisberg, pediatra especialista em nutrição na infância e na adolescência. A má alimentação infantil contribui para o aparecimento de doenças crônicas como diabetes, artrose e gastrite. Segundo o Ministério da Saúde, 13% dos brasileiros são obesos e 43,3% estão acima do peso. JULIANA CALDERARI colaboração para a Folha de S.Paulo
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