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28 de jul. de 2010

Cortisol: o hormônio do estresse e da obesidade


Provavelmente não houviram falar do cortisol nao é mesmo? Este hormônio é produzido em reações de estresse. O que ativa esta liberação são estressores como poluentes, alimentação rica em gordura saturada ou trans, sódio, adoçantes, o jejum prolongado (ficar horas sem comer alguma coisa), a ansiedade, a apreensão, o nervosismo, medicamentos, alcoolismo dentre outros.

Atualmente a maioria das pessoas vivem estressadas, nervosas, ansiosas e é este hormônio que prejudica o quadro todo. A secreção dele pelo corpo começa a aumentar cada vez mais e começa haver uma resistência nas nossas células e o cortisol não consegue atuar de maneira correta e outros mecanismos são interrompidos por causa disso. Uma consequência disto é o aumento da inflamação no corpo, que hoje é causa de diversas doenças, inclusive a obesidade.

Em pessoas que estão acima do peso, suas células de gorduras produzem uma enzima que está ligada com o ganho de peso abdominal e esta enzima também é produzida pelo cortisol e ela também aumenta os níveis deste último! Forma um ciclo vicioso com inflamação e aparecimento de doenças.

Este estresse crônico com alta produção de cortisol, leva a resistência insulínica, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e síndrome metabólica. O cortisol também aumenta a síntese de gorduras e inibe sua eliminação, aumenta a degradação de proteína, ou seja, aumenta a perda de massa magra, aumenta os níveis de gordura no sangue e ganho de peso consequente.

Com a alimentação funcional há melhora do quadro todo e diminuição deste hormônio. Alguns alimentos ajudam como abacate e oleaginosas por serem ricos em beta-sitosterol que ajuda a modular os efeitos do cortisol, peixes e vegetais folhosos escuros, soja e arroz por conterem fosfatidilserina, a vitamina C e alguns fitoterápicos como extrato de maracujá.

Para haver uma perda de peso com sucesso é preciso equilibrar o corpo com alimentação, atividade física e sempre ligados a mente.

Ana Paula Fidélis
Nutricionista Funcional
CRN 6192
http://vitalidadefuncional.blogspot.com
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8 de dez. de 2009

Obesidade é uma doença não contagiosa




 imagem: www.comportamentomagro.com.br

A obesidade, além de ser maléfica à saúde, traz conseqüências traumáticas aos que convivem com a doença. A afirmação é da psicóloga Luciana Kotaka, 38 anos, que é especializada em distúrbios alimentares. Segundo ela, quando a pessoa está acima do peso, fica com sua auto-estima comprometida. A partir daí, o tratamento que recebe pode culminar em sua reclusão, fazendo com que evite sair de casa, faça amizades e até frequente academia.

“Infelizmente, não sabemos lidar de forma adequada com os obesos, e isso fica muito claro para eles”, afirma a psicóloga. Para Luciana, a mídia prega a todo o momento que “felicidade e beleza são sinônimas de um corpo magro. E isso abala o psicológico dos ‘gordinhos’”.

As pessoas que um dia já estiveram dentro dos padrões estabelecidos pela sociedade são as que têm as maiores sequelas. Denise Santos, 32 anos, profissional de beleza, revela: “Nunca fui magra, mas até os meus 18 anos, eu era muito saudável”. A situação se agravou quando ela deixou de frequentar academias e depois de dar à luz a duas crianças, . “O meu maior trauma é saber que um dia já fui linda e sensual”, exclama. Denise já foi vítima de preconceitos dentro de ônibus. “Ninguém quer sentar ao lado de um obeso. E com razão, pois ocupamos a maior parte dos dois assentos”, justifica. “Ninguém entende a dificuldade que é carregar um peso maior que um corpo pode sustentar. E não há assentos especiais para ‘gordos’, as pessoas deveriam ser mais compreensivas”, reclama.

Situações como essa podem não apenas levar os obesos a se excluírem dos círculos sociais, como também a se tornarem depressivos. A psicóloga Luciana diz que nesses casos é necessário o acompanhamento com um psiquiatra. “Quando temos um paciente muito deprimido, interferindo em suas atividades rotineiras, ele é orientado a procurar ajuda psiquiátrica”, explica ela.

“A predisposição genética não é o único agente causador da obesidade”, diz Luciana. A vida corrida dos dias de hoje, segundo ela, também é determinante para o ganho de peso. “Estresse, falta de tempo para usufruir de outros momentos de prazer, situação financeira insatisfatória, cobranças de familiares e solidão transformam a comida em uma forma rápida de satisfação”, revela. Em sua clínica, Luciana ensina os pacientes a canalizar suas emoções e a tratar o alimento apenas como fonte de nutrição, para assim evitar exageros no consumo.

No Brasil, 38 milhões de brasileiros estão acima do peso. Destes, dez milhões são considerados obesos, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).


Autor: FERNANDO VALASCO RAMOS 

Luciana Kotaka - Psicóloga
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23 de jul. de 2009

Como conseguir uma barriga lisa

A barriga é a zona problemática para quase todas as mulheres, mas também para muitos homens. Muitas vezes a barriga inchada surge por mais hábitos alimentares, de facto existem, alimentos que contribuem para a barriga inchada, a boa notícia é que também existem hábitos alimentares que têm o efeito contrário. Alimentos positivos: * farelo de arroz e de trigo * cereais e pão Integral * legumes verdes * nozes * batata * cenoura * maçã * laranja * chá ( verde, gengibre, canela) * suco de limão * frutos vermelho * abóbora * beterraba * repolho * tomate * pepino Alimentos negativos: * refrigerantes * feijão * queijo * carne vermelha * charcutaria ( chouriça, linguiça,paio etc…) * sal em excesso * doces * fritos Como conseguir uma barriga lisa: Alimentação equilibrada e saudável. Refeições pequenas ao longo do dia, faça 5 a 6 refeições por dia para não encher e atrasar o processo de digestão. Mastigue muito bem os alimentos. Exercício físico Beber muita água ( 1,5 l por dia, espaçado) A intolerância à lactose pode provocar gases e, consequentemente, a barriga inchada)
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7 de jul. de 2009

Quais os alimentos aceleram o metabolismo e ajudam a perder peso?

O metabolismo é o modo de como o seu organismo transforma as calorias em energia e tem papel fundamental no emagrecimento. A velocidade com que as calorias são gastas é determinada geneticamente, mas é possível acelerar o metabolismo para trocar a gordura por massa muscular, pois quanto mais músculos, mais rápido e maior é o gasto calórico. Dicas de como acelerar o metabolismo: * alimentos integrais (pão, torrada, biscoito, arroz...), as frutas e verduras: todos ricos em fibras, levando um maior tempo para serem digeridos; * proteínas magras: lagarto, patinho, peixe, frango, ricota, ovo, soja e derivados: ajudam a formar os músculos; * Gorduras saudáveis: castanha-do-pará, caju, amêndoas, nozes, azeite de oliva extra-virgem, abacate, semente de girassol, abóbora. Evitar: manteiga, chantilly, bacon, linguiça, margarina e gordura vegetal hidrogenada, pois entopem as artérias. Além dos citados acima, existem os alimentos termogênicos (ao serem digeridos, aumentam o metabolismo e a temperatura interna corporal), são eles: * Chá verde: diminui a absorção de açúcar no sangue, inibindo a ação da amilase (enzima responsável pela digestão de carboidratos). Reduz a compulsão por carboidratos, acelera o trânsito intestinal e aumenta o metabolismo, ajudando na queima de gorduras; * Gengibre: Aumenta o metabolismo, pode ser usado cru, refogado, como conserva ou em forma de chá. Outra opção é bater no liqüidificador com suco de clorofila e abacaxi. * Alimentos ricos em ômega 3: queima calorias, é antiinflamatório, previne e trata doenças cardiovasculares. Fontes: óleo de prímula, óleos de peixes (como salmão e sardinha) e semente de linhaça. * Pimenta caiena (pimenta vermelha): aumenta a circulação e a temperatura do corpo, também melhora a digestão. Tem a propriedade de retirar gorduras das artérias. * Água gelada: Beber oito copos de água gelada por dia queima aproximadamente 200 calorias, pois o organismo gasta energia para elevar a temperatura da água de 5ºC para 37ºC, que é a temperatura corporal interna. Importante: faça de 5 a 6 refeições ao dia, pois assim o seu organismo não irá estocar gorduras. Figura: www.corposaudavel.info
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2 de jul. de 2009

Qual é a causa da sua obesidade?

Existem várias classificações quanto a causa: 1- Obesidade iatrogênica Drogas (glicocorticóides e psicotrópicos): Antidepressivo tricíclicos (amitriptilina), fenotiazinas, cipro-heptadina, medroxiprogesterona e lítio. 2-Obesidade causada por desequilíbrios nutricionais Dietas hiperlipídicas - ­ excesso de gorduras saturadas; Dieta de confetaria - ­ excesso de carboidratos (massas e doces) e lipídeos (gorduras) 3-Obesidade causada por inatividade física Inatividade forçada (pós-operatório); Sedentarismo; Inatividade do envelhecimento 4-Obesidade genéticas raras associadas com características dismórficas Participe, deixe um comentário!
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