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5 de mar. de 2010

Quais as consequências de tomar refrigerante?


Os refrigerantes contêm algumas substâncias como acidulantes e corantes. Os efeitos colaterais destas substâncias ao homem vão depender da sensibilidade do indivíduo em causar algum tipo de reação, como por exemplo, uma reação alérgica. Porém um dos componentes certamente presente nos refrigerantes é o açúcar. Já nos refrigerantes do grupo cola, o acidulante: ácido fosfórico.

Esse excesso de açúcar pode causar cáries, conforme a sensibilidade e predisposição de cada indivíduo, sobrepeso, obesidade, flatulência (gases), agravar quadros de gastrite, diabetes (além de fatores genéticos, estresse, etc), níveis elevados de triglicérides sanguíneos, o que pode levar ao aumento dos níveis do colesterol total e da fração LDL (mau colesterol).

Dentre as variedades de refrigerantes existentes no mercado, os refrigerantes mais consumidos são os do grupo cola e guaraná, que são ricos em cafeína, também presente em outros alimentos: chá preto, chá verde, chá mate e chocolate. A cafeína, em diferentes graus, tem ação diurética, vasodilatadora e excitante do sistema nervoso central; revigora e diminui o sono e a fadiga. Por outro lado, provoca uma descarga de adrenalina e, quando consumida em doses muito elevadas, pode desencadear pequenos tremores involuntários, aumento da pressão arterial e da freqüência cardíaca. Além da cafeína presente nos refrigerantes do grupo cola, em sua composição utiliza-se o ácido fosfórico. Essa substância pode prejudicar a fixação do cálcio nos ossos, podendo levar a osteoporose.

Para quem gosta de refrigerante, mas lutam contra os quilos a mais na balança, os refrigerantes light podem ser uma opção, porém, também devem ser consumidos de forma moderada, pois além de apresentarem os componentes acima citados, contêm adoçantes artificiais.

De acordo com a Nutricionista Kilza, o importante é evitar mesmo o refrigerante light. O mais saudável é substituí-lo por sucos de frutas da época, assim você terá um mix de vitaminas e minerais, sem prejudicar sua saúde!

Fonte: Revista Saúde
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7 de fev. de 2010

Sobrepeso não aumenta risco de mortalidade em pessoas com 70 anos ou mais


O estudo australiano, publicado no Journal of the American Geriatrics Society, foi realizado com o objetivo de analisar, em população idosa, a mortalidade1 por todas as causas e o risco de morte por causas específicas associadas ao peso corporal abaixo do normal (índice de massa corporal2 – IMC -  abaixo de 18,5 kg/m²), peso normal (IMC entre 18,5 a 24,9 kg/m²), sobrepeso3 (IMC de 25,0 a 29,9 kg/m²) ou obesidade4 (IMC maior que 30 kg/m²).

Participaram da pesquisa 4.677 homens e 4.563 mulheres com idades entre 70 e 75 anos, recrutados em 1996 e acompanhados por 10 anos. Foi estudado o risco relativo de morte por todas as causas e por causas específicas (doenças cardiovasculares5câncer6, doenças respiratórias crônicas).

O risco foi menor nos participantes com sobrepeso3, sendo 13% menor do que para aqueles com peso considerado normal. Os participantes que estavam abaixo do peso tinham um risco de morte 76% maior, enquanto os obesos apresentaram risco semelhante aos com peso normal. O sedentarismo duplicou a chance de mortalidade1 para mulheres em todos os níveis de classificação do IMC, mas resultou em apenas 28% de aumento de risco para homens.

Os resultados mostram que talvez os níveis de corte do IMC para sobrepeso3 e obesidade4 sejam restritivos para idosos nesta faixa etária. Idosos com sobrepeso3 não estão com taxas de mortalidade1mais aumentadas do que pessoas com peso normal na mesma faixa etária. 
Ser sedentário está mais associado com maior risco de mortalidade1 entre as mulheres do que entre os homens.

Em todas as categorias de classificação do peso corporal, as causas principais de morte foram doenças cardiovasculares5 e câncer6. E em todas as causas de morte o menor risco foi encontrado em pessoas com sobrepeso3.

Não se sabe o motivo pelo qual o sobrepeso3 pode ajudar a reduzir a chance de morrer, mas o coordenador do estudo, Leon Flicker, professor de medicina geriátrica na University of Western Australia, acredita que, com o decorrer da idade, a presença de reservas nutricionais e metabólicas ajudam na recuperação quando uma pessoa torna-se doente.



Mesmo com algumas limitações apresentadas pelo presente estudo, esta é uma oportunidade para pensar a respeito de evitar a indicação de perda de peso para pessoas acima de 70 anos que estão comsobrepeso3 (não as que estão obesas) e que não apresentam uma condição associada ao sobrepeso3como diabetes mellitus7 tipo 2 e osteoartrite8 severa.

Fonte consultada: 
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13 de out. de 2009

Ansiedade pode gerar obesidade


O desequilíbrio alimentar é um dos sintomas que podem levar ao excesso de peso
 

A ansiedade é hoje um dos principais problemas gerados pela vida agitada e estressante nas grandes cidades. Entretanto, mesmo que esse seja um sintoma comum entre as pessoas, muitas vezes pode se agravar, acarretando situações mais graves que podem levar, por exemplo, a desequilíbrios alimentares.

Tentando encontrar uma saída para o sentimento de ansiedade, muitas pessoas acabam cometendo excessos alimentares como busca inconsciente para amenizar sensações desagradáveis – como stress, solidão, cansaço, tristeza, raiva – gerando um quadro de sobrepeso e até obesidade. Além das doenças relacionadas ao sobrepeso, como pressão alta, diabetes, doenças do coração e infarto, os efeitos emocionais também são preocupantes.

Mas mudar a forma de se alimentar não é tarefa fácil, pois todo o comportamento alimentar envolve questões físicas e emocionais – difíceis de modificar e o principal responsável pelo fracasso das dietas.

Hoje, existem métodos que auxiliam a lidar com o comportamento emocional e alimentar, como o programa de Reeducação Afeto-Cognitivo do Comportamento Alimentar (RAFCAL). Nele, o paciente recebe tratamento personalizado e aprende a criar uma relação saudável com a comida a partir do controle das emoções.

O foco principal desse programa é o lado emocional, onde o paciente se torna autor de seu próprio emagrecimento, aprendendo a se responsabilizar pelo processo e deixar de pensar que é a gordura que se apropria dele, sem que ele possa fazer nada. Com isso, a idéia é que a pessoa crie um comportamento magro, em que ela não se utilize da comida para compensar sentimentos.

A psicologia e o método RAFCAL podem ser aliados no processo de reeducação alimentar e contribuem de forma significativa para que as pessoas emagreçam, mantenham-se magras, livrando-se do indesejável efeito sanfona. A psicóloga Sílvia Luciana Kotaka é especialista no tratamento da obesidade e no desequilíbrio alimentar.



Luciana Kotaka - Psicóloga

www.comportamentomagro.com.br



Fonte da Figura: www.guiagratisblog.com


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5 de set. de 2009

Cirurgia bariátrica completa 25 anos no Brasil

A obesidade é a segunda causa de morte passível de prevenção. Para combatê-la, um dos métodos utilizados é a cirurgia bariátrica, conhecida pelo público leigo como redução de estômago, que visa a reduzir o peso, melhorar as comorbidades a ela relacionadas, como diabetes, hipertensão arterial e apnéia do sono e, consequentemente, trazer mais qualidade à vida do indivíduo. Os procedimentos são vários, todos distintos e estão popularizando-se a cada dia. Prova disso é o aumento na quantidade de procedimentos realizados em todo o mundo. Para se ter uma idéia, enquanto em 1998, nos Estados Unidos, foram realizadas 13.365 cirurgias deste tipo, o número subiu para 200 mil em 2007. Mas isso não significa que todo paciente com sobrepeso pode submeter-se à cirurgia. Existem determinações legais que indicam sua realização apenas em pacientes com IMC acima de 35, com obesidade 2. Abaixo disto, podem ser realizadas em condições especiais, mas a princípio, devem ser tentadas outras formas de tratamento. Importante: Antes e principalmente após a cirurgia o paciente precisa ser avaliado por uma equipe multidisciplinar: médico, nutricionista, psicólogo. Para calcular o seu IMC, acesse: dicasdenutricao.com Fonte: http://www.nutritotal.com.br/notas_noticias/index.php?acao=bu&id=405 Fonte da figura: http://www.diariodetreinante.com.br
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10 de ago. de 2009

Notícias: Boca da obesidade

Agência FAPESP – Um estudo feito no Instituto Forsyth, em Boston, Estados Unidos, com participação brasileira, encontrou forte associação entre a ocorrência de obesidade e a bactéria Selenomonas noxia, encontrada na boca. A pesquisa, publicada no Journal of Dental Research, foi desenvolvida por Max Goodson com a participação do professor Francisco Carlos Groppo, da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Para o estudo, foram selecionados 313 pacientes saudáveis do sexo feminino, que apresentavam sobrepeso ou obesidade de nível 1 (circunferência de cintura entre 80 e 88 centímetros). Os resultados, de acordo com Groppo, apontaram um grau elevado da presença do microrganismo em mais de 90% das mulheres. “A bactéria foi encontrada em quantidade muito superior ao normal nas pessoas obesas, a tal ponto que seria possível identificar um indivíduo obeso simplesmente pela presença de certa concentração dessa bactéria em sua boca”, disse Groppo à Agência FAPESP. Apesar da descoberta, o pesquisador afirma que não é possível ainda tirar conclusões definitivas. “Não dá para saber se é a bactéria que causa a obesidade ou se a patologia é que provoca a alta concentração da bactéria”, disse. A pesquisa na íntegra se encontra no site: http://www.agencia.fapesp.br/materia/10867/boca-da-obesidade.htm
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4 de jul. de 2009

Consumir água pode diminuir risco de sobrepeso infantil

Beber água pode ajudar a prevenir o sobrepeso e a obesidade em crianças. Uma pesquisa realizada pelas universidades de Dortmund e de Witten-Herdecke, na Alemanha, e de Londres, no Reino Unido, concluiu que o aumento do consumo de água em escolas diminuiu o risco de excesso de peso. O estudo foi conduzido em grupos escolares de áreas pobres dos dois países, onde o risco de obesidade é maior, e envolveu 32 grupos escolares de nível elementar, somando 2.950 crianças. Para promover o consumo, bebedouros foram instalados nas escolas e os professores deram aulas sobre os benefícios da bebida para o organismo. As crianças foram incentivadas com recompensas e brindes como garrafas d'água. Embora não tenha havido redução no consumo de refrigerantes, os alunos das 17 escolas que receberam a intervenção beberam cerca de um copo a mais de água diariamente. Os resultados mostraram que, em um ano, houve queda de 31% no risco de excesso de peso nesse grupo, mas não houve redução no IMC (índice de massa corporal). As crianças que não participaram da campanha tiveram um leve aumento no peso no mesmo período. "A água é fundamental para o funcionamento de todo o metabolismo", afirma João César Castro Soares, endocrinologista e nutrólogo da Unifesp. Para metabolizar 1 g de gordura, são usados 15 ml de água. Quando o processo de queima de gordura funciona melhor, sua eliminação do organismo também fica mais fácil. Ingerir água reduz a retenção de líquidos, o que influencia na diminuição do peso. Por outro lado, bebidas artificiais como refrigerantes contêm mais sais e açúcares que nosso corpo e por isso, dão mais sede. Beber água também causa uma sensação de saciedade que pode inibir por algum tempo a compulsão alimentar. "Um copo de 200 ml dá um volume considerável no estômago de uma criança em idade escolar", explica Castro. "O trabalho reforça o conceito de que estimular hábitos de vida saudáveis com a ingestão adequada de água é eficiente para prevenir o aumento de peso", diz Mauro Fisberg, pediatra especialista em nutrição na infância e na adolescência. A má alimentação infantil contribui para o aparecimento de doenças crônicas como diabetes, artrose e gastrite. Segundo o Ministério da Saúde, 13% dos brasileiros são obesos e 43,3% estão acima do peso. JULIANA CALDERARI colaboração para a Folha de S.Paulo
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